Nova fábrica de biodiesel da AMAGGI representa salto para a agroindústria de MT

 Estratégica para a autossuficiência energética do Brasil, a produção industrial de biodiesel em Mato Grosso será reforçada a partir de 2022 com o início previsto das atividades da nova fábrica de biodiesel da AMAGGI, em Lucas do Rio Verde. Anunciadas em 2018, as obras da planta industrial tiveram início em outubro de 2020 em mais um salto de evolução sustentável da agroindústria mato-grossense.

A localização da nova planta industrial não poderia ser mais favorável. Lucas do Rio Verde se situa em uma das principais regiões de produção agrícola de Mato Grosso e é onde se encontra, há mais de 10 anos, a indústria esmagadora de grãos da AMAGGI. É justamente neste complexo industrial que estão sendo erguidos os mais de 26 mil m2 de área construída da nova planta de processamento de biodiesel.

Projeto da planta industrial da nova fábrica de biodiesel da AMAGGI em Lucas do Rio Verde. — Foto: Divulgação

Projeto da planta industrial da nova fábrica de biodiesel da AMAGGI em Lucas do Rio Verde. — Foto: Divulgação

 
Projeto da planta industrial da nova fábrica de biodiesel da AMAGGI em Lucas do Rio Verde. — Foto: Divulgação

Projeto da planta industrial da nova fábrica de biodiesel da AMAGGI em Lucas do Rio Verde. — Foto: Divulgação

Essa nova fábrica de biodiesel tem a capacidade anual estimada em 300 mil toneladas e já contará com o suprimento de óleo de soja proveniente da indústria esmagadora existente no complexo, com capacidade de processamento de cerca de 1,2 milhões de toneladas de grãos por ano. Todo esse volume de biodiesel poderá ser comercializado e transportado para bases de distribuição em Mato Grosso ou outros estados, a fim de ser misturado a diesel de origem mineral.

Fábrica de Biodiesel - Planta industrial ocupará área vizinha à da Indústria de Esmagamento de Soja, da AMAGGI, de onde sairá o óleo de soja para processamento. — Foto: Divulgação

Fábrica de Biodiesel - Planta industrial ocupará área vizinha à da Indústria de Esmagamento de Soja, da AMAGGI, de onde sairá o óleo de soja para processamento. — Foto: Divulgação

FONTES RENOVÁVEIS

O Conselho Nacional de Política Energética tem elevado gradualmente a proporção obrigatória de biodiesel de fontes renováveis na mistura com diesel de fontes minerais para venda ao consumidor final. Em 2018, por exemplo, quando a AMAGGI anunciou o projeto de investimento na planta de processamento de biodiesel, o percentual obrigatório determinado pelo Conselho era de 10% (diesel B10); em 2020, o percentual é de 12% (diesel B12).

FONTE: G1MT