Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop e Mutum estão entre as 10 mais desenvolvidas do Estado, constata FIRJAN

 Lucas do Rio Verde, Cuiabá, Diamantino, Sorriso, Campo Novo do Parecis, Sinop, Campo Verde, Nova Mutum, Rondonópolis e Primavera do Leste. Estas são as dez cidades mais desenvolvidas de Mato Grosso, conforme índice divulgado, nesta segunda-feira, pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), que desde 2005, se tornou referência no país, por ser o único índice anual que acompanha as três principais áreas de desenvolvimento: emprego e renda, educação e saúde.

No Estado, segundo o levantamento que tem 2016 por ano base, Lucas do Rio Verde é o município mais desenvolvido, após atingir 0,354. Na pontuação nacional, ficou em 148º. Já Cuiabá chegou ao segundo lugar no ranking estadual, e 193º no Brasil, com índice de desenvolvimento de 0,8266.

Diamantino, que atingiu índice de 0,8182, ficou em 3º lugar em Mato Grosso e 263º no país. Sorriso, que aparece em quarto no ranking estadual, teve índice de 0,8179 e é o 267º município mais desenvolvido do Brasil. No Estado, Campo Novo do Parecis é o 5º, com índice de 0,8176. No ranking nacional, por outro lado, ficou em 273º.

Sinop ficou no 6º lugar estadual e 368º nacional, com índice de 0,8064. Campo Verde, que teve pontuação de 0,8032, chegou à 7ª posição no Estado e 392º, no país. Em Mato Grosso, Nova Mutum ficou em 8º, com índice de 0,8006. No Brasil, a cidade é a 425ª mais desenvolvida.

Rondonópolis, com índice de 0,8004, e Primavera do Leste, com 0,7936, completam o ranking nacional. Ainda conforme o índice Firjan, as cidades mato-grossenses são as 430ª e 506ª mais desenvolvidas do país, respectivamente.

Nove, das dez cidades mais bem ranqueadas em Mato Grosso, atingiram a faixa máxima de desenvolvimento (apenas Primavera ficou de fora). Isso porque o estudo divide os resultados em quatro categorias: baixo desenvolvimento (de 0 a 0,4), desenvolvimento regular (0,4 a 0,5), desenvolvimento moderado (de 0,6 a 0,8) e alto desenvolvimento (0,8 a 1). 

O IFDM 2018 monitorou os indicadores sociais em 5.471 municípios, onde vivem 99,5% da população brasileira. No Brasil, o índice voltou a crescer em 2016, depois de dois anos de quedas consecutivas. O indicador fechou em 0,6678, abaixo do 0,6715 registrado em 2013.

O índice adota uma escala de avaliação que vai de 0 a 1 - quanto mais próximo de 1 maior o desenvolvimento do município.